cursos e encontros

Em outubro de 2019, realizamos os Encontros A ARTE DE COLECIONAR. A proposta foi de reunir personalidades conceituadas e atuantes nas áreas de coleções, colecionismo, leilões e galerias para conversarem sobre esse universo que desperta muita curiosidade e questionamentos. A receptividade foi imediata. Muitas pessoas não conseguiram participar porque rapidamente esgotou a capacidade de nosso auditório. Foi pensando nessas pessoas, que não tiveram a oportunidade de acompanhar os encontros presencialmente, e naqueles que agora querem aproveitar esse momento de quarentena buscando novas informações, que decidimos disponibilizar na internet os quatro encontros. Serão apresentações semanais, que vocês poderão acompanhar aqui pela nossa Newsletter ou diretamente pelo site.

primeiro encontro – coleções

 

O primeiro encontro teve como tema COLEÇÕES e contou com a participação de Marcio Doctors, da Casa Museu Eva Klabin (C-MEK), e de Lauro Cavalcanti, da Casa Roberto Marinho, que conversaram sobre suas experiências à frente de casas de colecionadores, e de Libia Schenker, especialista nos colecionadores Russos de Arte Moderna Sergei Shchukin e Ivan Morozov. O encontro teve a mediação de Ulisses Carrilho, curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV- Parque Lage).

Assista ao primeiro encontro
 

 

Sobre os participantes:

 

Libia Schenker é museóloga e professora adjunta da Unirio com Especialização em História da Arte pela PUC-Rio. Professora e palestrante de cursos na Casa Eva Klabin, no Instituto Cultural Freud, no Espaço GB  Diálogos e no MAM RJ, entre outros. Autora do livro “Colecionismo Moderno – Uma Saga Russa”, tendo sido convidada a colocar esse livro na Fondation Vuitton em Paris, na ocasião da grande Exposição sobre o Colecionador Shchukin. Curadora de conteúdo da Exposição “História da Arte – Olhar e Descoberta”, um projeto da ArtRio Social para espaço público no Shopping Bangu.


Lauro Cavalcanti é arquiteto, antropólogo, curador e escritor. Autor de vários livros sobre arquitetura, estética e sociedade foi premiado pelo Instituto dos Arquitetos em 1979 e 2001 com “Arquitetura Kitsch” e “Quando o Brasil era Moderno”. Em 2009 pela mostra e livro Roberto Burle Marx: a Permanência do Instável, recebeu os prêmios de melhor retrospectiva pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e de melhor curadoria pela ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte). Autor de inúmeros ensaios e artigos em publicações internacionais e brasileiras. Publicou “Dezoito graus”, seu primeiro livro de ficção histórica, em 2015. Pesquisador-visitante na National Gallery, Washington D.C. em 1996 e no Centro Canadense de Arquitetura, Montreal, em 1999. Conselheiro da Casa Lucio Costa, da Fundação Oscar Niemeyer e da Fundação Roberto Marinho. Foi diretor do Paço Imperial de 1992 a 2014. É professor da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI/UERJ) e atualmente dirige o Instituto Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, Rio de Janeiro.


Marcio Doctors é pensador, escritor, crítico de arte e curador da Casa Museu Eva Klabin.  Criou, em 1999, o Espaço de Instalações Permanentes do Museu do Açude, premiado por sua excelência, em 2004, com o Prêmio Estácio de Sá, do Governo do Estado do Rio de Janeiro. O Espaço de Instalações Permanentes é o primeiro acervo do Brasil que relaciona arte contemporânea e natureza, inaugurando, em 2000, a primeira obra pública de Hélio Oiticica, o Magic Square nº 5 – De Luxe. É o criador do Projeto Respiração, de intervenções de arte contemporânea no acervo clássico da Fundação Eva Klabin, atuante desde 2004 até hoje. Mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com a dissertação “O mistério do visível”, sobre fotografia. Em sua trajetória profissional, teve como marco, o trabalho com o renomado crítico de arte Mário Pedrosa na década de 1970. Foi crítico de arte do Jornal O Globo. Foi convidado para ser curador da 28ª Bienal de São Paulo, que recusou por discordar dos rumos da então gestão da Bienal. Escreveu diversos texto sobre arte brasileira, participando de várias publicações nacionais e internacionais, entre outras, Anna Maria Maiolino, Ed. Cosac Naif | Fundació Tapies, 2011.  Publicou os seguintes livros: Respiração Ed.  Automática |FEK, 2014; Projeto Respiração, Ed. Cobogó | FEK, 2012; A cultura do Papel (org.) Ed. Casa da Palavra | FEK, 1999


Mediador

 

Ulisses Carrilho é curador da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e ex-aluno da mesma escola. Pós-graduado em Economia da Cultura (UFRGS), estudou Comunicação Social (PUCRS) e Letras – Português/Francês (UFRGS). Como aluno da Escola, ganhou bolsa-residência para desenvolvimento de projeto no Lugar a Dudas (Cali, Colômbia) onde realizou a mostra “Aquí mis crímenes no serian de amor”. Iniciou sua trajetória como assistente de direção do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Integrou a equipe de relacionamento institucional da Fundação Bienal do Mercosul (Porto Alegre) e da galeria Rolando Anselmi (Berlim, Alemanha). Na equipe da curadora Luiza Proença, editou as publicações da 9ª Bienal do Mercosul. Contribuiu com textos para o catálogo da 32ª Bienal de São Paulo, além de revistas e periódicos de arte. Sua pesquisa no âmbito da intersecção das artes e da educação mira contranarrativas, críticas à lógica de produção do capitalismo cognitivo. Interessa-se por manifestações de insubordinação, desobediência e indisciplina e uma pesquisa da intimidade como dispositivo pedagógico. Em 2017, participou da residência Intervalo-Escola, em torno de uma escola de floresta na Floresta Amazônica (Rio Tupana e Igapó-Açu). Desde 2015 trabalha na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com Lisette Lagnado, como assistente de direção e curador assistente. Em 2018, assumiu a curadoria de Ensino e Programa Público da escola.

Segundo encontro – Colecionadores

 

O segundo encontro foi sobre COLECIONADORES e contou com a participação dos colecionadores Fabio Szwarcwald, Genny Nissenbaum e Joaquim Paiva, falando sobre suas coleções, suas motivações em formá-las e curiosidades sobre o que reuniram. A mediação foi da produtora e curadora Gabriela Davies.

Assista ao segundo encontro

 

Sobre os participantes:

 

Fabio Szwarcwald é economista e colecionador de arte. Atualmente é Diretor Executivo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM). Faz parte do conselho do New Museum, de Nova York, da Residência Artística Capacete e do conselho de aquisição de acervo do Museu de Arte Moderna (MAM), ambos do Rio de Janeiro.
Formado pela UERJ, tem MBA em gestão empresarial pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em finanças pelo IBMEC e estudou negociação no programa para executivos Wharton, da Universidade da Pensilvânia. Como executivo, trabalhou na Trader Renda Fixa, foi gerente comercial e superintendente do Banco Votorantim e vice-presidente do Private Banking do Credit Suisse Hedging Griffo. Foi ainda vice-presidente da Associação de Amigos da Escola de Artes Visuais (AMEAV) por cinco anos, e foi vice-presidente do conselho da organização social OCA.


Genny Nissenbaum é psicoterapeuta e colecionadora. Membro fundadora do ICF. Escreveu o livro infantil Que Susto!, que aborda o processo de elaboração do trauma infantil vivido por uma criança pequena.  Em 2018, foi curadora com Mara Fainziliber do Projeto SOLO da ArtRio. É membro do Conselho do Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), do Board of Trustees do DIA Art Foundation e do Conselho de Curadores da Fundação Eva Klabin.


Joaquim Paiva é fotógrafo, colecionador de fotografia e, desde 1998,  faz seus diários autobiográficos e visuais. Como fotógrafo, além de inúmeras exposições desde 1972, tem trabalhos em coleções como Biblioteca Nacional da França e  Maison Européenne de la Photographie (MEP), ambas em Paris;  Centro de la Imagen, México;  Museu da Memória Candanga, Brasília; Museum of Fine Arts, Houston, EUA, entre outros. Publicou o livro “Foto na hora-lembrança de Brasília” na Cidade do México, 2013, e o livro de artista “128 diários” em 2017, edição de 15 exemplares, com o primeiro exemplar na Universidade de Stanford, Califórnia, EUA e o segundo na Biblioteca Nacional, RJ. Como colecionador, iniciou sua coleção em 1978 e possui cerca de 3.200 fotografias de 480 fotógrafos e artistas brasileiros (83%) e estrangeiros (17%). Quase 2000 fotografias encontram-se em comodato no MAM-Rio, desde 2005, ao qual está prometido o restante de sua coleção. Fez várias exposições de sua coleção no Brasil e no exterior (San Francisco, Buenos Aires, Nova York, Lima e Madrid).  Vem revisando portfólios fotográficos no FotoFest Houston desde 2000 e na edição do FotoFest em Paris, 2019.  E em diversas ocasiões no FotoRio, Encuentros Abiertos Buenos Aires, FestFotoPoa Porto Alegre, Foto em Pauta Tiradentes, Paraty em Foco, entre outros no Brasil, EUA, Argentina, Espanha e Itália.


Mediadora

 

Gabriela Davies é produtora e curadora da Villa Aymoré, RJ. Foi membro do Comitê de Indicação PIPA 2018 e 2019. É graduada em Curadoria e Comunicação na Central Saint Martins em Londres com Mestrado em História da Arte na University College London.
Exposições: “Invisible Hours” (co-curation), South London Gallery, Londres e “IDENTITY/MEMORY”, The Gallery in the Corner, Londres, ambas em 2015;
“Rikuzentakata” (assistant), Central Saint Martins, Londres; “Sem Título”, Mercedes Viegas Arte Contemporânea, Rio de Janeiro; “Mutable Archives”, Embaixada do Brasil, Londres; “Rosa”, Mercedes Viegas Arte Contemporânea, Rio de Janeiro,todas em 2016;  “(dis)placement”, Ugly Duck, Londres; “(dis)placement”, Arte Clube Jacaranda, Rio de Janeiro, e “No Contexto da Linha”, Galeria Mercedes Viegas, Rio de Janeiro, em 2017;  “Conexões – Bel Barcellos”, Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea, Rio de Janeiro; “Farra dos Guardanapos – Gabriel Giucci”, Galeria Aymoré, Rio de Janeiro e “A Fio, À Cor”, Galeria Aymoré, Rio de Janeiro, em 2018; “Lacunas Preenchidas”, “Em Profundidade: Campos Minados – Alice Miceli” [Produção],  e “Exposição de Finalistas Prêmio PIPA” [Produção], todas na Galeria Aymoré, Rio de Janeiro, em 2019.

Terceiro encontro – Leilões

 

O terceiro encontro foi sobre LEILÕES, reunindo duas das mais destacadas representantes da área, Katia Mindlin Leite Barbosa, presidente da Sotheby’s Brasil, e Soraia Cals, Diretora do Soraia Cals Escritório de arte. Durante o bate papo, conduzido por Brenda Valansi, fundadora da Artrio, as duas profissionais deram um panorama e contaram várias curiosidades do mercado dos leilões, no Brasil e no exterior.

Assista ao terceiro encontro

 

Sobre as participantes:

 

Katia Mindlin Leite Barbosa é arquiteta e consultora de arte. Representando a casa de leilões Sotheby’s a partir de 1989 foi nomeada em 2011 presidente da Sotheby’s Brasil.
Colaborou no livro “The International Art Markets – the essential guide for collectors and investors” uma coletânea de James Goodwin, assinando o capítulo sobre o Brasil. É co-autora com Dalal Achcar, de “Istambul – Uma Cidade Fascinante”, lançado em 2010. É Ex-diretora e atual membro do conselho consultivo do MAM; membro do conselho da AAPI (Associação de Amigos do Paço Imperial) e do Conselho de Curadores da Fundação Eva Klabin.


Soraia Cals é Diretora do Soraia Cals Escritório de Arte. Iniciou sua carreira em 1987 como apresentadora do programa de televisão Arte é Investimento, exibido pela TV Record até 1989, tendo realizado mais de 300 entrevistas com diversos artistas plásticos.  Em 1989, começou a trabalhar com o paisagista Roberto Burle Marx, com quem permaneceu até 1994. Ainda em 1989, realizou o vídeo especial de final de ano da Rede Manchete, em sociedade com Tamara Leftel “Eu, Roberto Burle Marx”. Em 1992, produziu a exposição “Viva o Povo Brasileiro” no MAM para a Rio 92, considerada uma das dez melhores exposições da cidade. Em 1994, produziu a exposição Evandro Carneiro – esculturas no MAM-RJ, editando, também, um catálogo-livro para a mostra. Em 1998, entrou na Bolsa de Arte do Rio de Janeiro como designer gráfico, tendo sido responsável pela reestruturação da parte gráfica e editorial da casa até 2001, realizando mais de 16 catálogos no período. Em 2000, como editora, publicou o livro Sérgio Rodrigues e Joaquim Tenreiro. Além desses, produziu “Roberto Burle Marx: Uma Fotobiografia” e “Criaturas” (de Evandro Carneiro e Jorge Lima). Em 2002, organizou, junto com Evandro Carneiro, dois leilões. No ano seguinte, começou a fazer seus próprios leilões, ainda como organizadora. Em 2006, abriu uma Galeria de Arte no bairro carioca da Gávea, onde já realizou exposições dos artistas Flávio Damm, Alexander Calder, José Pedrosa e Tomás Ianelli. De 2007 até a hoje produziu cerca de 80 leilões, entre ele os das coleções Lily Marinho, Lucien Finkelstein, Jorge Amado, Thais Mello Lima, Lineu de Paula Machado, Espólio Roberto Burle Marx, Dorival Caymmi, Anna Maria Niemeyer, Valdemar Szaniecki, Maria Amélia e João Hermes Pereira de Araujo, José Wilker, Ateliê Bonadei, Hero e Alberto Ortenblad, Orlando de Castro Lima, Bethy Lagardère, Maria Cândida Peixoto de Castro Palhares, Zora Seljan e Antonio Olinto, Pedro Correia de Araujo, além do leilão do mobiliário do Hotel Copacabana Palace


Mediadora

 

Brenda Valansi nasceu e mora no Rio de Janeiro. Ingressou nas Artes Plásticas em 2003, quando residiu em Nova York. Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage e na PUC-Rio, onde cursou História da Arte. Foi fundadora do CRANIO, um espaço inovador de arte e cultura, onde promoveu palestras, debates, cursos e mostras. Como artista plástica, realizou exposições individuais e participou de coletivas no Brasil e exterior. Em 2011, fundou a ArtRio – Feira de Arte do Rio de Janeiro, um dos principais eventos de arte da América Latina.

Quarto encontro –  Galerias

 

O quarto encontro foi sobre GALERIAS, reunindo representantes de três importantes galerias do Rio, Marcia Barrozo do Amaral [Marcia Barrozo do Amaral Galeria de Arte], Max Perlingeiro [Pinakotheke Cultural] e Silvia Cintra [Galeria Silvia Cintra + Box 4]. A mediação ficou por conta da jornalista e crítica de arte Marion Strecker.

Assista ao quarto encontro

 

Sobre os participantes:

 

Max Perlingeiro é editor e empresário do setor cultural, com vasta experiência como galerista e curador e ampla e ativa atuação na área cultural, em especial dedicada às artes visuais. Tem sob a sua administração importantes coleções de artes visuais nacionais. Como diretor das empresas Pinakotheke Cultural, Rio de Janeiro, Pinakotheke São Paulo, e Multiarte, Fortaleza tem contribuído de modo decisivo para a realização de exposições e projetos artísticos que visam à divulgação das artes no Brasil com destaque a mostras e publicação de livros e catálogos que colaboram para a escrita de nossa história da arte. É membro do Conselho do Museu da Imagem e do Som e Paço das Artes, além de associado ao Instituto Lina Bo e P.M. Bardi. Em 2018 foi agraciado com o prêmio Ciccillo Matarazzo concedido pela ABCA.


Marcia Barroso do Amaral é escultora, pintora, marchand e galerista. Ingressou no curso de pintura da Escola Nacional de Belas Artes – ENBA, em 1961. Em 1964, frequentou a Académie de la Grande Chaumière, em Paris. É uma das proprietárias da Galeria GB Gravura Brasileira, no Rio de Janeiro. Realizou a primeira exposição individual em 1966, na Fundação Cultural de Brasília. Expõe no Brasil, Itália, França, Chile e Colômbia. Em 2000, realiza o projeto editorial do livro Revolta e Natura, de Frans Krajcberg, pela GB Arte.


Silvia Cintra é formada em história e fez vários cursos em Londres. De volta ao Brasil, trabalhou em uma galeria em Ipanema, e passou a conviver com artistas de sua geração como Waltercio Caldas,  Miguel Rio Branco e Tunga. Na década de 1980, atuou como consultora de arte em grandes empresas e nos anos 1990 abriu sua primeira galeria. Hoje, com mais de trinta anos de serviços prestados à arte contemporânea brasileira, a Silvia Cintra Galeria de Arte firmou-se como uma das principais galerias do país e uma referência no Rio de Janeiro, representando nomes como Amilcar de Castro, Miguel Rio Branco, Nelson Leirner, Carlito Carvalhosa, Iole de Freitas, Ana Maria Tavares, Sebastião Salgado, Cristina Canale,  e Roberto Magalhães. Em janeiro de 2010 a galeria abriu um novo espaço na Gávea. A mudança também marca o momento em que a Silvia Cintra Galeria de Arte funde-se com a Box 4, galeria fundada em 2006 por sua filha Juliana Cintra, e voltada para os novos artistas como Laercio Redondo, Marcius Galan, Chiara Banfi, Cinthia Marcelle,  Maria Klabin, Pedro Motta,  Omar Salomão, Mayana Redin, Rodrigo Matheus, entre outros.


Mediadora

 

Marion Strecker é jornalista e crítica de arte independente. Atuou na redação do jornal Folha de S.Paulo, dirigiu a Agência Folha de Notícias, foi co-fundadora e diretora de conteúdo do portal UOL. Nas artes visuais, foi co-editora da revista Arte em São Paulo, produtora do canal Curta! de televisão, consultora do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Mais recentemente, foi redatora-chefe da revista seLecT.

1º encontro – coleções
2º encontro – colecionadores
3° encontro – leilões
4° encontro – galerias
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